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ABCI 2010 no Rio de Janeiro

Essa semana eu estava num congresso – o ABCI – e por isso andei sumida daqui. Vou escrever aqui algumas impressões do que achei no geral:
  • Dessa vez, o Congresso foi na Barra da Tijuca, RJ. Achei longe demais. 
  • Achei que não fosse gostar tanto assim do evento, mas amei. Vi muita coisa nova.
  • Falaram muito sobre tecnologia (uso de blog, twitter, etc em sala de aula) e fiquei muito motivada. 😉
  • Meus amigos são fofos, lindos e maravilhosos. Foi ótimo ir ao Congresso com eles.
  • Vi muitas pessoas “tuitanto” durante as palestras. Conclusão: Twitter é uma febre generalizada.
  • Em relação à organização do Congresso, o de São Paulo (em 2007) foi melhor.
  • Dei sorte nas palestras e workshops que assisti. Foram incríveis! Minha cabecinha agora está fervilhando de ideias.
  • Conheci o escritor Mark Prensky e me apaixonei pelas suas pesquisas, seus artigos e livros. O cara é super mente aberta, escreve bem e é mega atualizado!
  • Os figurões que estavam lá (David Crystal, Marc Prensky, Jeremy Harmer, Herbert Puchta e Paul Seligson) deram show e são super gracinhas. Tiraram fotos com a gente e são super humildes. Estou falando isso porque as “estrelinhas da UFF” se sentem deuses e não são nada perto desses caras. #prontofalei
  • David Crystal superou todas as minhas expectativas. Sabe muito, é super atualizado e a sua apresentação foi MARAVILHOSA! Foi aplaudido de pé. O Congresso já valeu a pena por ele.
  • Eu fico com preguiça de ir a Congressos, mas sempre vou e acabo adorando. 
  • Um amigo que estudou comigo na UFF fez uma apresentação no ABCI e arrasou! Fiquei muito orgulhosa dele. 
  • Os stands estavam uma pobreza só (SBS, Cambridge, etc)! Não ganhei nenhuma caneta de brinde. (Eu amo brinde. Vocês sabem, né? rs) Ah! E nem maquininha do VISA eles tinham! Tinha que comprar em dinheiro. Como pode?!?
  • Comprei um livro “tudibom”: Don’t Bother Me Mom—I’m Learning! do Prensky. O livro quebra  o velho argumento de que os videogames são prejudiciais às crianças. Em vez disso, ele preenche o vazio com as declarações que mostram como o jogo pode ensinar a solução de problemas avançados, aprimorar a linguagem e habilidades cognitivas das crianças, como os jogos ajudam a desenvolver o pensamento estratégico, multitarefa e processamento paralelo. Livro perfeito! 
  • Conclusão: Professor não pode parar no tempo porque os alunos não param! A falta de informação por parte dos educadores atrapalha o vínculo com os estudantes. Ao buscar informações novas, fica mais fácil atrair os alunos e estimular a participação e interação dentro de sala.
 Nós e Mr. Crystal – o mais esperado!

Comentários

comments

11 comments
  1. Léo

    Dany, essa primeira da esquerda se chama Verônica, não é?

    Se for, fui aluno dela no "Follow Me"…na minha adolescência! Não conta pra ela, do contrário ela vai parar pra fazer as contas de quanto tempo faz, e aí…rsss

  2. Que legal Dany que vc gostou e aproveitou muito o congresso.Eu sempre fui da opinião que o professor tem que estar sempre se reclicando pq senão fica para trás e o aluno tbém né ..Bjus

  3. Karine

    Lendo suas palavras, vejo que muitos ainda têm uma preguiça de modernizar-se. Um saco!
    E falando em UFF… lá é reduto dos "pseudo estrelinhas" mesmo. E digo de cadeira! Nem os novos que entram se livram desse ranço.

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