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Videogame – um vilão?

O tal do videogame. Bom ou ruim para as crianças? Jogos violentos ou não? O fato é que Caio é fascinado pelo aparelhinho. E para ser bem sincera, não acho o fim do mundo, não. Ele aprende muito mais jogando do que brincando na rua com algumas crianças da redondeza, infelizmente. 
Por exemplo, ele esses dias estava conversando comigo:
Mãe, no dia 06 de junho de 1944 – perto do meu aniversário, né? – teve o desembarque na Normandia. Caraca! Muito paraquedista, muita embarcação! Todo mundo se juntou pra libertar a França da Alemanha. A Alemanha já tinha tomado o canto todo da Europa. Mas, ó, mãe, morreu muita gente – mais de 40 mil pessoas! (O número do momento é 40 mil. Tudo que ele acha que é muito é 40 mil.)

Concordo que ele não precisa saber nada disso na idade dele, mas ele sabe. Meu filho consegue descrever uma das datas mais importantes da Segunda Guerra Mundial. Quando ele brinca com as crianças na rua, volta cantando Rebolation. Vamos combinar que eu prefiro que ele me conte sobre o Dia D, ok? Fico mais feliz. 

Ah, esqueci de dizer que não é porque ele joga joguinho de guerra que ele é uma criança violenta. Ele se relaciona super bem com os coleguinhas da escola, com os primos… Ele é carinhoso, respeita os adultos, é educado e tira 100 de comportamento todo dia na escola (a nota vem na agenda). Viu como videogame não influencia tão negativamente uma criança?
Acho que antes de jogar toda a culpa no videogame, temos que prestar mais atenção em outras coisas que incentivam a violência, como o comportamento dos pais no trânsito, por exemplo. A maneira como você trata o porteiro, a emprega doméstica, a maneira como você trata o pipoqueiro da escola. Essas pequenas coisas do dia-a-dia são bem mais importantes que a influência que o videogame vai exercer sobre os filhos. 
Ah, sim… Ele tem horários para jogar. Não é a hora que ele quer, não.
Obs.: No Aurélio, está registrada a forma videogame (tudo junto e sem acento).

Comentários

comments

16 comments
  1. Dilberto L. Rosa

    'Videogame' é estrangeirismo, p'ra se escrever assim, entre aspa (ou "aspa simples, como queiram): anglicanismo! Natural que se a use, mas é triste ver o Aurélio hoje ceitando anglicanismos… Enfim, sou um purista da Língua, perdoe-me! Vamos ao assunto de seu 'post': 'videogame', assim como televisão, em quantidades certas (como parece que você está fazendo com seu filho… Bem jovem para esse filhão, viu?!), são estimulantes e ajudam na criatividade, pode ter certeza! Falo de um bem clássico do meu passado no meu 'blog'! Só tenha cuidado com o índice de violência explícita usado em alguns 'games': não me parece muito apropriado o "Dia D" para a idade dele, mas, enfim… Abração!

  2. Pam Salzgeber

    OI Dani, saudades srsrs, andei sumidinha.

    Acho que videogame não é vilão nenhum rs, adorei sua colocação, e assim depende de como é a criança, se o Caio joga joguinhos violentos e não se influencia, é da personalidade dele.

    Já meus meninos, só deixar no joguinho do Batmam, mal desligam e os dois já estão brincando de lutinha rsrs.
    EU evito ao maximo , sei que não posso evitar, um dia irão jogar , mas o quanto posso podar eu podo.
    Eles tem o nintendo Wii , e acho muito bom, pois faz eles se movimentarem e terem mais coordenação motora, são super espertos quanto a isso, e tem muitos jogos educativos.

    Mas sempre com o limite, dia sim e dia não, com hora pra começar e terminar rsrs.

    E esse Caio hein, o garotinho esperto!

    Beijocas

  3. Van

    Dany, eu acho que TUDO na nossa vida vai de acordo com a nossa criação, educação e observação. Meu irmão até hoje é viciado em jogos, é SUPER inteligente, educado e de vez em quando é grosso 😛
    É o caráter e a personalidade!
    Beijos e até Domingo 😀

  4. Izabelle Costa

    Dany, o único perigo do videogame é o vício porque, sim, vicia. Trata-se de condicionamento de Pavlov. Tive um probleminha com isso aqui em casa.
    Mas só.
    De resto, concordo plenamente com você.
    E mais, os joguinhos ditos violentos acabam sendo uma válvula de escape desde que os adultos tenham o cuidado de alternar com outros.
    Meu filho ama e joga desde os 3 anos e é o menino mais doce que conheço (hoje tem 17)
    Mil beijos

  5. Léo Dorei

    Isso aí Dani! Não tem nada demais ele ficar falando sobre o dia D!!! É cultura!!!

    Veja só o exemplo de Renato…sempre chegou em casa falando de computador, videogame e RPG! E é uma pessoa completamente…saudável!!!

    Espere só…daqui há algum tempo, ao invés de Dia D, vai ser D&D…rsss

    Bj.

  6. Concordo com vc Dany não é o videiogame que vai deixar a criança violenta,mal educada.Tem que ter horário.Tem Pais que brigam na frente do filho não é mesmo,ai o filho aprende.
    PS:Vc não recebeu o convite que te mandei para te ADD no MSn amiga ? …Bjus

  7. dany

    Dora, sabe aquele livro "Eu Era uma Ótima Mãe Até Ter Filhos"?
    É mais ou menos assim… A gente critica, critica outras mães e acaba dando uns moles…

  8. Dora

    ah só para complementar, a gente decora e chama nossa atenção aquilo q gostamos, vai ver Caio será um grande historiador 🙂

  9. Dora

    Dany tudo parte do exagero q nada faz bem. Sou cismada com videogame pq os garotos q tenho por perto não largam dele, primeiramente aponto a culpa nos pais q não cortam q não impóem limites e por vezes até incentivam, confesso q quando chegar minha vez, tempo se saberei consertar o q tanto critico…e é Caio tá muito avançado amiga, se é bom ou ruim deixo a seu critério, q já disse preferir, então tá né 🙂 xeru

  10. luluonthesky

    Olha videogame não pode ser considerado um vilão. Muitas vezes desenvolve a criança, como vc disse precisa ter horários e tb o mundo ao redor influencia se a criança vai ser violenta ou não. Big Beijos

  11. Micha Descontrolada

    Hugo é viciado em Nintendo DS…le em ingles e entende tdo do jogo, fico impressionada. com certeza, mto mais educativo do q ficar na rua solto.
    e tb nao é nem um pouco violento, super tranquilo e educado.

    /(,")\
    ./_\. Beijossssssssss
    _| |_…………….

  12. Karine

    Dany, gostei muito do que você escreveu!!! Estou de acordo contigo e não acredito que videogame faça mal a uma criança. O que faz mal é tudo em excesso, como passar um dia inteiro jogando, ou comendo batata frita sem parar, né?! E, além do mais, como você mesma disse, o seu filho será o seu espelho – não acredito que um videogame e seus jogos violentos ajudarão a construir uma criança violenta, mas, sim, o comportamento dos pais. Achei muito plausível a sua colocação. Nota 10, Dany!

  13. dany

    Fabi da Juju, eu tb era super contra qd Caio era bebê (julgava as outras mães e tudo! – que absurdo…), mas depois vc analisa e percebe que nem é tão ruim assim…rs
    Mas, claro, nada de excessos! Tudo que é demais é perigoso…

  14. Ana Paula

    Flor,
    Super sensata esta sua colocação:
    ""Acho que antes de jogar toda a culpa no vídeo game, temos que prestar mais atenção em outras coisas que incentivam a violência, como o comportamento dos pais no trânsito, por exemplo. A maneira como você trata o porteiro, a emprega doméstica, a maneira como você trata o pipoqueiro da escola. Essas pequenas coisas do dia-a-dia são bem mais importantes que a influência que o vídeo game vai exercer sobre os filhos"".
    Sinto que é exatamente isso que os pais devem ficar atentos. Devem ficar atentos às respostas que seu filho tem ao jogar videogames, em como ele reage, se isso está aumentando o grau de violência sim, mas muito mais importante é o EXEMPLO dentro de casa… isso é TUDO!
    Bjos no coração!

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